Goiânia - Goiás

Rua 9-A, n° 160, Piso L Setor Aeroporto

(62) 3221-8142

Agende sua consulta

Seg - Sex: 8:00 - 14:00

Atendimento personalizado

HOME | CONHEÇA A CLÍNICA

MEDICINA UROLÓGICA PESQUISA E NOVAS TECNOLOGIAS

O processo educacional em urologia e vídeocirurgia representam um grande desafio científico para o seu desenvolvimento tecnológico.  A vídeocirurgia teve seu crescimento emergente nos anos noventa com muitas críticas, dogmas e mitos indevidos e até a falta de argumentos pelos adeptos das cirúrgias tradicionais, com raras excessões.  A metodologia evoluiu de maneira segura, construtiva e crítica, demonstrando resultados consistentes de vários centros de excelência, largamente publicados em revistas indexadas de toda comunidade científica mundial em cirúrgias minimamente invasivas. Os cursos de cirúrgias urológicas por vídeo no Brasil necessitam obedecer as normatizações federais da lei n. 11.794 de 08 de outubro de 2008. A preparação e montagem dos cursos educacionais em vídeocururgia requer um grande trabalho logístico. São necessários as lincenças ambientais, aprovações dos comités de ética e conselho de medicina veterinária. Ambiente físico adequado, secretaria administrativa, sala de biblioteca digital, computadores, internet, zona wifi. Aquisição de materiais específicos, medicamentos, materiais descartáveis e animais utilizados no curso (caninos e suínos), treinamento de todo o pessoal de apoio, interação e trabalho  de médicos veterinários anestesistas, central material de apoio para atender toda extensa e trabalhosa dinâmica do projeto. Correto descarte das carcaças dos animais submetidos a procedimentos, conforme as normatizações da vigilância sanitária.

A ciência sempre se nutre de desafios. A história do conhecimento tem sido palco permanente de espantos e alumbramentos. O mesmo podemos dizer da ciência médica, cuja evolução enfrentou inúmeros obstáculos, explícitos ou velados. Aqui, as crendices e superstições, os tabus e as explicações subjetivas ou místicas do homem e da vida. Ali, a acomodação, os feudos do conhecimento, ou mesmo a pura resistência à aventura da conquista e construção do novo. Nenhum momento da história foi, porém, tão rico de desafios, tão provocador e tão promissor quanto o que vivemos em nossos dias. Nunca se juntaram, de forma mais complexa, os conhecimentos teóricos e as possibilidades tecnológicas de sua realização.

Estas resumidas ponderações pretendem contextualizar o falso dilema da videocirurgia entre nós. Apesar dos estranhamentos compreensíveis e dos desafios a superar, as novas técnicas assinalam o desenvolvimento consciente de nossos destinos tecnológicos. Temos ao nosso alcance o que há de melhor na atualidade, contribuindo para o esforço do progresso da tecnologia em nosso país, em necessário processo de contemporização com os centros mais avançados do mundo.

Não se trata de um script mecânico: luz, câmera, ação. A videocirurgia não se resume a um complexo de telas, pinças, monitores e cibernética robótica aplicado aos contornos da matéria biológica e celular. Para além do mero instrumental, instaura processo ativo que requer esforço, talento, criatividade e investimentos. É também matéria de sonho, de factível utopia. Vencer limitações, conformismos, após largo tempo de história na evolução da ciência médica, servindo-se dos avanços tecnológicos alcançados pela humanidade. Discussões éticas sempre vão existir, são necessárias e compreensíveis. Fazem parte dos sérios questionamentos ou confortam a auto-estima, a criatividade e a própria ciência. Elas mantêm os olhos abertos para as tendências da evolução. Confrontam técnicas inovadoras que, muitas vezes, atropelam a história de todos nós, cirurgiões, impondo um momento crítico de escolha entre o futuro e o conforto módico do convencional.

Em algum momento do passado William Shakespeare escreveu: “doenças de crescimento desesperado somente com intervenções desesperadas podem ser aliviadas”. Embora isto tenha sido verdade na época, a ciência médica evoluiu a passos largos. O avanço nas pesquisas e na tecnologia com a transmissão de informações e do conhecimento resolveram as barreiras e muitas fronteiras misteriosas. Nos dias de hoje estamos dando grandes passos em direção ao progresso. O conhecimento  pleno, o seqüenciamento do DNA e nossos genes, o projeto genoma humano que despertam preocupações e infinitas possibilidades em relação aos limites da ciência. Os horizontes reais e virtuais são infinitos e abrangentes com os nossos cinqüenta a cem mil genes expressos no ser humano.  A nanotecnologia, a geneterapia,  a engenharia genética, as terapias moleculares, os transplantes de órgãos, as vacinas, os novos agentes biológicos, a tecnologia virtual e de imagens em 3D. A neurociência, a cirurgia bariátrica e os avanços em reprodução humana, procedimentos endoluminares e em todas as áreas médicas a utilização de alvos moleculares e “stem cells” têm tornado possível os avanços tecnológicos no mundo científico e aberto novos caminhos em todas as áreas da medicina interna para diagnosticar de maneira segura e aplicar em vários níveis,  terapias específicas seguras e eficazes. Lembrar que o algorítmo de todo o processo de pesquisa em qualquer molécula  a ser colocada como medicação disponível no mercado consumidor leva um período médio de oito a doze anos em pesquisas.

A cirurgia robótica, intensamente criticada há uma década e ainda nos dias atuais, representa hoje a interface máquina/cirurgião, extremamente importante e eficaz em várias áreas cirúrgicas. Atualmente em torno de 1.800 robôs de terceira geração funcionam  em centros universitários americanos, 600 na Europa,  em torno de 300 na Ásia e quatro no Brasil. A novidade está no numero de países e pessoas que estão participando profundamente deste processo. O futuro será o que você imaginar, planejar e buscar. O sistema integrado robótico com imagens permitiu aos cirurgiões por vídeo a evolução da interface da telemedicina, telepresença e sistemas integrados de realidades virtuais qualificando os procedimentos.

A videocirurgia e a videocirurgia assistida com robô, com investimentos têm vencido desafios e paradigmas, oferecendo excelentes abordagens e resultados ao ser humano (visão em 3D do campo cirúrgico, magnificação de imagens, filtra o tremor humano, pinças que realizam movimentos delicados com 540 graus de liberdade, superior aos movimentos da mão humana). Toda essa dinâmica representa um avanço na terapia cirúrgica com abordagens minimamente invasivas, segurança nas dissecções, identificação de estruturas e melhores resultados para o paciente.

As videocirurgias, o Laser, a Vaporização da Próstata são realmente uma ciência. Seguem atentas a padrões metodológicos aceitos pela comunidade científica. Não se trata de experimentos ou de simples acatamento, em nosso dia-a-dia, do processo de tecnoinformação. Os homens podem reivindicar os métodos, mas a ciência é que demarca as definições. O que acaba com os  “ mexericos “e a “conversa fiada” é a ciência e a pesquisa adquirida em Universidades, Cursos, Congressos e nas Revistas de impacto científico que poderão ser acessados através da internet no pubmed e medline. No momento atual da ciência urológica enfrentamos desafios reais  e simbólicos de natureza semelhante, ao devassar territórios , onde ainda prevalecem bastiões destes temores, é claro, com novos nomes, com a onisciência de alguns, a reserva de mercado e a acomodação.

Analisando o contexto de publicações cientificas indexadas, o Brasil ocupa hoje a primeira posição na produção científica na América Latina em cirurgias urológicas. Esta produção científica procura congregar e referenciar os profissionais pioneiros em todos os serviços universitários de excelência do mundo, que através de suas produções científicas, prestaram grandes contribuições na formação do especialista. Os autores apresentam uma exposição técnica com texto sobre o tema, apresentações didáticas, vídeos editados e não editados e os guidelines da American Urological Association e European Urological Association. Os autores nestas obras referenciam trabalhos pioneiros, instituições e publicações em revistas indexadas de impacto científico e com níveis de evidências e recomendações relacionadas sobre o tema. Procuramos apresentar os e-books com clareza, objetividade, praticidade e qualidade científica. O material gráfico aqui editado representa uma produção científica nas várias áreas de desenvolvimento das patologias

Nas seções de vídeos enfocamos e apresentamos vídeos editados e não editados, para contribuir de uma maneira clara e técnica na sequência real dos procedimentos cirúrgicos, traduzindo a realidade do campo operatório e a possibilidade de um melhor entendimento e aprendizado do especialista. Precisamos compreender a missão da ciência para além da tecnologia e a excelência dos procedimentos. Isto leva-nos a desafiar terrenos pioneiros, devassando novos espaços para a ciência, definindo caminhos no estudo e tratamento das patologias urológicas. A ciência em tudo contempla a música da vida, o insondável mistério da humanidade, confiando sempre na superação dos limites, na vitória sobre a dor e o sofrimento. Na árdua e detalhada formação dos especialistas urologistas, temos sempre vivo de maneira ética e responsável o permanente compromisso com a tecnologia e o humanismo, estimulando a investigação, as pesquisas, os protocolos terapêuticos e a eterna atualização em todas as áreas da ciência. Os autores apresentam como compromisso fundamental a multiplicação do conhecimento e em cada ação, em cada questionamento das renovadas indagações, em cada missão, pretendemos repetir e levar adiante a postura intelectual, o compromisso científico e pedagógico que nos foram ensinados.

Entre os óbices que rotineiramente se colocam como entraves ao conhecimento e aos avanços de métodos e técnicas, sobressai, sem dúvida, o temor humano. O poeta romano Lucrécio, do século I a.C., contemporâneo de Cícero em sua obra inquietadora até hoje, de Natura Rerum (Da Natureza), em seu largo poema de caráter essencialmente filosófico, deixa bem claro que o temor do homem é sempre utilizado para frear suas ânsias de libertação. Assim, enumera, em primeiro lugar, o medo da morte, por não alcançar a compreensão do estado precário e momentâneo do “corpo” e o consequente vazio explícito na morte. Depois, o temor dos deuses que acenam com a continuidade dos sofrimentos, cultivando suplícios eternos que torturariam a alma do homem para sempre. Finalmente, o temor da dor ilimitada, causada e mantida pelos deuses, mesmo após a morte. É evidente que o poeta ousou num momento peculiar da História, mas suas constatações ressoam como alerta, todas as vezes que se procura dar ao homem instrumentos para que compreenda o fenômeno vida/morte, para que possa ter esperança de aliviar a dor e o sofrimento ou ousar pensar num mundo sem determinismos e controle dos deuses.

No momento atual da ciência urológica, enfrentamos desafios reais e simbólicos de natureza semelhante, ao devassar territórios onde ainda prevalecem bastiões desses temores, é claro, com novos nomes, como a onisciência de alguns, a reserva de mercado e a acomodação. Enquanto esses estamentos, que se nutrem da dor humana, prosperam, ao homem se nega acesso a métodos, processos e técnicas que podem protegê-lo de sofrimentos desnecessários ou minimizá-los, ampliando as possibilidades de combate à dor e ao sofrimento com mais conforto e menores riscos.

Os dias que atravessamos são assinalados pela velocidade. A chegada de novos recursos do conhecimento e da técnica nos obriga a abraçar a simultaneidade do passado, do presente e do futuro. O tempo já não pode ser seccionado. Também a ciência tem que abraçar essa compreensão de deter um saber que transforma e já está, ainda agora, provando o sabor do futuro. Não seria diferente nas especificidades da ciência urológica, especialmente nas várias áreas do conhecimento. A ciência e o médico especialista, conta com estudos e investimentos em novas moléculas e novas tecnologias que, efetivamente, transformam o panorama mundial. Corporativizam-se propriedades intelectuais e técnicas científicas, desatando novos parâmetros de diferenciais competitivos.

As informações tecnológicas do nosso século evoluíram com as novas vídeo câmeras digitais, com imagens integradas de alta definição, sistemas robóticos e inteligentes, estudos de biologia molecular, pesquisas genômicas, microarrays de DNA, pesquisas terapêuticas utilizando alvos moleculares, engenharia de tecidos e células-tronco. Estamos a caminho de quase atingirmos a plenitude da medicina quântica.

Estamos na emergência da era cibernética com a utilização das nanotecnologias que criarão desafios futuros com acessos celulares acompanhando os avanços terapêuticos. Historicamente, parafraseando aqui as citações do Prof. Half Claymann: From knife, to needle, to nothing. Essa é uma profunda revolução que permitirá integrar, com bio inteligência, informações das imagens e da biologia microeletromecânica aos sistemas robóticos. As tecnologias tem direcionado os avanços da humanidade para todos os níveis. A velocidade das mudanças são tão aceleradas que, em muitas situações, nos sentimos incapazes de compreendê-las e de nos adaptarmos a elas. Essas mudanças e situações emergentes continuarão trazendo novos desafios e impactos nos cirurgiões do futuro.

Entregamos estes trabalhos cientificos aos médicos, aos professores e aos educadores, certos de que, enquanto, reproduzirmos e ministrarmos conhecimentos e técnicas, estamos propondo desafios à liderança, à inteligência e à criatividade. Ajudar a recriar o futuro e as novas gerações de cirurgiões, que sejam capazes de buscar uma performance ótima, com criatividade em todas as direções.

Este é um tempo de mudanças. Estamos nos preparando para enfrentar desafios sem precedentes em gerações anteriores. Precisamos nos programar para sermos capazes de assimilar, entender e conviver com as mudanças e as novas tecnologias.

A abordagem cirúrgica ainda é um dos métodos mais utilizados e eficazes para o tratamento de Hiperplasia Prostática Benigna Obstrutiva (HBP). Durante a última década

VER MAIS

AUA – 2015 – New Orleans / Press / Urovideo A ciência sempre se nutre de desafios. A American Urological Association (AUA – EUA) em

VER MAIS

O Workshop Plasma ButtonVaporization com atividades cirúrgicas práticas foi realizado nos dias 20 e 21 de Outubro de 2011, no Hospital das Clínicas da Faculdade

VER MAIS

O Workshop Plasma Button Vaporization com atividades cirúrgicas práticas foi realizado nos dias 20 e 21 de Outubro de 2011, no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Goiás (UFG), na cidade de Goiânia-GO.

X